<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3807766506500754007</id><updated>2011-04-21T14:51:41.663-07:00</updated><title type='text'>Impressões Literárias</title><subtitle type='html'>Para que o prazer do encontro entre livro e leitor, essencialmente solitário e intimista, possa ser de alguma forma compartilhado...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rodolfo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05014001918362485299</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images.orkut.com/orkut/albums/ATgAAABjBRIwtdBTk-hMjuJQvtoH2_Y3GS7X3JaM3uXhbnkGOMBnzbsm5QRrR_FDIs1Sn7zhpMR7w29Z_UVkFYx4NqTXAJtU9VCJHj1p5vQv8Kbf6-ME9DherIDQ7Q.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3807766506500754007.post-8581061151306801287</id><published>2008-03-19T05:41:00.000-07:00</published><updated>2008-03-19T05:44:48.143-07:00</updated><title type='text'>Mudança de Domínio</title><content type='html'>Informamos que o site do Blog Impressões Literárias mudou para &lt;a href="http://impressoesliterarias.wordpress.com/"&gt;http://impressoesliterarias.wordpress.com/&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse blog será desativado mas ainda continuará disponível para visualização. Novas postagens serão feitas na WordPress.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenciosamente &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;IL&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3807766506500754007-8581061151306801287?l=impressoes-literarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/feeds/8581061151306801287/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3807766506500754007&amp;postID=8581061151306801287' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/8581061151306801287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/8581061151306801287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/2008/03/mudana-de-domnio.html' title='Mudança de Domínio'/><author><name>Rodolfo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05014001918362485299</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images.orkut.com/orkut/albums/ATgAAABjBRIwtdBTk-hMjuJQvtoH2_Y3GS7X3JaM3uXhbnkGOMBnzbsm5QRrR_FDIs1Sn7zhpMR7w29Z_UVkFYx4NqTXAJtU9VCJHj1p5vQv8Kbf6-ME9DherIDQ7Q.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3807766506500754007.post-1345981527343435333</id><published>2008-03-12T00:10:00.000-07:00</published><updated>2008-03-14T12:49:54.361-07:00</updated><title type='text'>Casa Tomada, Amnésia  e a destruição da memória.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://lopezbooks.com/images/kl/013570.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px;" src="http://lopezbooks.com/images/kl/013570.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Casa Tomada&lt;/span&gt; é um conto de Julio Cortázar que foi primeiramente publicado na revista Anales de Buenos Aires por Jorge Luis Borges, e depois compilado com outros contos do autor no livro Bestiário, de 1951. Não pretendo fazer aqui uma análise formal do conto de Cortázar, muito menos fixar uma interpretação de revelaria o sentido último do mesmo. Os bons contos, principalmente os de Cortázar, são finalizados na cabeça do leitor, sem a pretensão de respostas fáceis e ordinárias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante o universo infinito de interpretação, existem limites a serem respeitados dentro da leitura de um texto. Como na geometria euclidiana, um segmento de reta contém infinitos pontos, mas ainda assim não abrange a totalidade de pontos do plano em que está traçado. Tenho apenas o objetivo de articular as possibilidades de leitura do conto de Cortázar com uma temática que julgo importante, mas que ao mesmo tempo é suscitada pelo conto: a questão da memória e do esquecimento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O enredo é relativamente simples: o narrador e sua irmã, Irene, imersos na trivialidade da realidade cotidiana, têm a casa onde residem tomada. Tomada pelo que? Não sabemos. Forças ocultas, entidades insondáveis, forças irracionais, difícil dizer. Entretanto, Cortázar se utiliza neste conto de um recurso metafórico clássico: a realidade objetiva da casa como representação da realidade subjetiva dos personagens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o princípio do conto a casa é a figuração de uma preservação: a memória dos parentes, da infância e da história dos personagens. Não é a toa que a casa é grande e espaçosa, Irene e seu irmão já não são jovens, e ambos chegaram a um estado de suas vidas onde a companhia de cada um lhes bastava. Dentro desse universo estruturado, tingido pela coagulação da memória, a casa desempenha o papel de espelho material desse universo preservado. A vida é rotinizada, bem com a relação entre os personagens: fazem sempre as mesmas coisas, nos mesmos horários, do mesmo jeito. O imobilismo dessas relações e rituais cotidianos representa a fixidez de suas histórias e da memória, que deve ser sempre límpida, constantemente relembrada e vivenciada: "Fazíamos a limpeza pela manhã, levantando-nos às sete(...)Era agradável almoçar pensando na casa ampla e silenciosa e em como nos bastávamos para mantê-la limpa". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frente à preservação e à conservação, o esquecimento e a destruição da memória: a parte dos fundos é tomada. Parte esta (além da porta de carvalho) que raramente era visitada, a não ser dentro do itinerário diário de tirar as poeiras dos móveis. A coloração da vida perde mais alguns tons: a biblioteca com livros franceses, um par de chinelos, um cachimbo de zimbro, todos prisioneiros da parte tomada da casa. A penosa existência depois do grave acontecimento dura pouco. A realidade volta a tomar os contornos fixos de uma renovada realidade imóvel, constante, sempre existente, e os personagens seguem em seu cotidiano ordinário e regulado. Nós somos o que nós lembramos que nós somos, e como bem coloca o narrador do conto: "Estávamos bem, e pouco a pouco começávamos a não pensar. Pode-se viver sem pensar." Conjuntamente com a destruição da memória e da história, o esfacelamento das identidades, da vida material necessária para sustentação da saúde psíquica, da realidade confortável e bem contornada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perda material dos indícios da realidade existente leva, como que por presdigitação, ao esquecimento da realidade perdida e, por conseguinte, à sua inexistência. A oposição conceitual entre realidade e linguagem é quebrada. Ambas estão entranhadas, e já é impossível distinguir uma da outra. O mundo não está “lá fora” pronto para ser descoberto, é preciso também produzir o mundo, torná-lo inteligível, inseri-lo dentro do universo conceitual que nos permita transformá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A mesma coisa acontece com Leonard Shelby, personagem do filme &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Amnésia&lt;/span&gt;, de Christopher Nolan. Sua identidade, memória e história são cacos estilhaçados de um espelho partido, onde sua figura é refletida de maneira vacilante e disforme. Na tentativa de montar o quebra-cabeça, Leonard cai em contradições, falsos fins e falsos começos. Sua incapacidade de reter novas memórias o torna incapaz de se reconhecer frente a sua auto-imagem, em um presente contínuo eterno, onde não existe tempo, nem causalidade, nem cura. Tempo imóvel que não arrefece o instinto de vingança, não distende a dor, mesmo que o assassino de sua mulher já esteja morto. Mesmo que ele tenha o matado, ele não sabe, ele não se lembra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Leonard diz, em certa parte do filme, que sua mulher precisa de vingança, e se convence de que mesmo sendo incapaz de lembrar, a memória não muda a significação de seus atos. Leonard era um detetive, seu trabalho se baseava em evidências, provas concretas, indícios consistentes. Como ele mesmo diz, a memória pode mudar a cor de um carro, a fisionomia de um rosto, o dia exato de um acontecimento. Mas provas são imutáveis, inalteráveis e, acima de tudo, confiáveis. Por isso as tatuagens: sendo incapaz de reter os fatos em sua memória, Leonard os retém fisicamente, materialmente em seu corpo, como uma maneira permanente de tomar notas. Leonard rejeita o relativo e o impreciso, pois busca a revelação da realidade, e de sua verdade, como se ela estivesse materialmente fixada na cor de um carro, na fisionomia de um rosto, no dia exato de um acontecimento. Mas é preciso lembrar: o contrário de relativismo não é “a verdade”, é o absoluto, a tragédia sem fim, eterna, imutável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não obstante tratem de uma mesma percepção da importância da memória para a manutenção do conhecimento, da realidade e da identidade, o filme &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Amnésia &lt;/span&gt;e o conto &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Casa Tomada&lt;/span&gt; possuem itinerários invertidos. Enquanto Leonard recorre a indícios, vestígios e reminiscências materiais do passado para remontar uma realidade perdida, os personagens de &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Casa Tomada&lt;/span&gt; contemplam passivamente a destruição da suas memória e história, e, por fim, de suas identidades. Irene e seu irmão, assim como Leonard, são assaltados pelo absoluto, pela corrosão incontornável da realidade, pelo esquecimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em contrapartida, o antípoda alegórico dessa realidade dentro do universo literário é representado por Jorge Luis Borges em seu conto &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Funes, o memorioso&lt;/span&gt;, do livro &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ficções&lt;/span&gt;. Funes nunca se esquece, não tem capacidade de abstração, nem articulação intelectual, pois o &lt;span style="font-style:italic;"&gt;topos &lt;/span&gt;de sua tragédia está localizada no registro oposto: a incapacidade de esquecer, a incapacidade de refrear as lembranças. Sua inépcia em lidar com o mundo reside em sua incapacidade de entendê-lo formalmente, de maneira abstrata.  A realidade transborda para todos os lados em uma miríade de relações impossíveis de serem captadas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja em &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Casa Tomada&lt;/span&gt;, no filme &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Amnésia &lt;/span&gt;ou em &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Funes, o memorioso&lt;/span&gt;, as relações entre memória e esquecimento estão estruturadas de maneira a revelar uma mesma congruência: que elas possuem uma importância muito maior para a construção e preservação da nossa realidade e do nosso conhecimento do que estamos dispostos a reconhecer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3807766506500754007-1345981527343435333?l=impressoes-literarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/feeds/1345981527343435333/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3807766506500754007&amp;postID=1345981527343435333' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/1345981527343435333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/1345981527343435333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/2008/03/casa-tomada-amnsia-e-destruio-da-memria.html' title='Casa Tomada, Amnésia  e a destruição da memória.'/><author><name>Rodolfo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05014001918362485299</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images.orkut.com/orkut/albums/ATgAAABjBRIwtdBTk-hMjuJQvtoH2_Y3GS7X3JaM3uXhbnkGOMBnzbsm5QRrR_FDIs1Sn7zhpMR7w29Z_UVkFYx4NqTXAJtU9VCJHj1p5vQv8Kbf6-ME9DherIDQ7Q.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3807766506500754007.post-5421863811354267607</id><published>2008-02-10T23:56:00.000-08:00</published><updated>2008-02-11T00:05:13.263-08:00</updated><title type='text'>" O lobo da estepe" de Herman Hesse</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Bv1PHS4c798/R7ABepDEkKI/AAAAAAAAADg/jtmGmEowif8/s1600-h/o+lobo+da+estepe.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Bv1PHS4c798/R7ABepDEkKI/AAAAAAAAADg/jtmGmEowif8/s320/o+lobo+da+estepe.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5165630398520397986" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não se trata de coisa pouca, mas sim de algo enorme. Ótimo livro para aqueles desiludidos, para os desencontrados, perdidos, íntegros, poétas, e também serve aos patéticos envergonhados e narcisistas.&lt;br /&gt;Indicado por um amigo após o término do meu namoro, "O lobo da estepe" de Herman Hesse me gerou um baque com o qual venho convivendo frequentemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lendo, você irá se deparar com um lobo da estepe que certamente habita teus becos ocultos, e que no caso de Harry Heller, não tinha mais razão de exisitir tão pouco de existir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3807766506500754007-5421863811354267607?l=impressoes-literarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/feeds/5421863811354267607/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3807766506500754007&amp;postID=5421863811354267607' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/5421863811354267607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/5421863811354267607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/2008/02/o-lobo-da-estepe-de-herman-hesse.html' title='&quot; O lobo da estepe&quot; de Herman Hesse'/><author><name>Paulo Unzer</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-5zUQpHWNb0o/TYqwn-TkGCI/AAAAAAAAAMo/vQDWb_wbnXI/s220/66204_1203636188425_1754245529_385173_7360673_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Bv1PHS4c798/R7ABepDEkKI/AAAAAAAAADg/jtmGmEowif8/s72-c/o+lobo+da+estepe.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3807766506500754007.post-1803647632754485104</id><published>2008-02-04T17:03:00.000-08:00</published><updated>2008-02-04T18:40:11.079-08:00</updated><title type='text'>Complexo de Portnoy de Philip Roth</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.fantasticfiction.co.uk/images/n24/n122067.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px;" src="http://www.fantasticfiction.co.uk/images/n24/n122067.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Complexo de Portnoy, do autor americano Philip Roth, foi escrito em 1969, no auge da revolução social e sexual que permeava todo um movimento de contestação aos valores da velha ordem, da continuidade, da fixidez puritana. O estilo de Roth é corrosivo, sua lucidez é contundente, seu humor é desconcertante. Calcado fortemente nas apresentações de stand-up comedy de Lenny Bruce e no fino humor de Woody Allen, o livro se apresenta como uma interminável piada de judeu, e seria muito mais engraçado se não fosse trágico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portnoy é um bem sucedido advogado judeu que, junto ao seu psicanalista, Dr. Spielvogel, tenta resolver suas frustrações sexuais e conter suas impulsividades lacinantes. No divã, Portnoy fala de sua infância, de sua mãe controladora e onipotente, de seu pai subserviente e vendedor de seguros, de sua irmã balofa e sem voz, de uma atmosfera injetada de auto-comiseração judaica e de um mundo onde a tradição familiar é uma forçosa corda no pescoço, pronta a estrangulá-lo a qualquer momento, principalmente se ele misturar carne com leite, ou for pego se masturbando no banheiro, inebriado pelas coisas do sexo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portnoy vive em uma constante contradição. Seu complexo: fortes impulsos éticos e altruístas em contraposição a anseios sexuais extremos, comumente imbuídos de uma natureza pevertida, tudo isso ligado a um avassalador sentimento de culpa e a uma incapacidade de sentir prazer. Durante o livro, narrado em primeira pessoa, toda sua vida é repassada na tentativa de encontrar a cura para seu complexo. Portnoy é um devasso em um mundo repressor e punitivo, é uma peça sem encaixe na máquina das relações socialmente aceitas, é uma mancha em um vestido de gala, feito para a ostentação e para o deslumbramento, mas que traz o repugnante estigma do perverso, da depravação e do desvio, em um mundo que não permite a diferença, a alteridade e as roupas manchadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos guiados pela escrita precisa e fluída de Roth através do monólogo lamentoso e hilário de Portnoy, em seus assombros e desencontros, em seus desatinos e confusões, gargalhando de sua vida vazia e sem sentido, sem prazer, sem gozo, paralizada pelo medo e culpa, pelas normas sociais impostas e arbitrárias, pelo desejos e impulsos imponderáveis. Portnoy tenta incessantemente fugir de sua natureza corrompida e nefasta, incapaz de se hamonizar com o universo insípido e asséptico em que vive, apenas para cair em mais trangressões e disparates, para se chafurdar mais uma vez na vida real, com seus suores, com sua sujeira, com seus desejos humanos (e como são humanos, somos nós!) e mundanos, com uma boa trepada, com o belo sexo de uma bela mulher. Portnoy busca a vida real, com toda a lama que ela pode proporcionar, mas esse mundo é demasiamente sujo para ser aceito e integrado em seu próprio eu. Sua culpa não permite, sua educação rejeita, seus ideais vociferam e o aterrorizam. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rimos compulsivamente de Portnoy, e rimos de nós mesmos. Seus sofrimentos são caricaturas genuínas de nosso próprio mal-estar, do nosso próprio desencontro entre pólos conflitivos, entre a razão e o desejo, entre a compreensão e o devaneio. Brutalizado pelas suas escolhas, pelos seus desejos, pelos seus sentimentos, Portnoy tenta fugir, sumir de si mesmo, se abstrair e busca a cura terapêutica. Seu final é ambíguo, pois não nos é possivel saber se essa cura será a aceitação de si mesmo, com todos os seus desatinos (desatinos?), ou a conformidade às normas que tanto o levam a destruição de si mesmo....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Capa da primeira edição de Portnoy's Complaint, de 1969.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3807766506500754007-1803647632754485104?l=impressoes-literarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/feeds/1803647632754485104/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3807766506500754007&amp;postID=1803647632754485104' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/1803647632754485104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/1803647632754485104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/2008/02/complexo-de-portnoy-de-philip-roth.html' title='Complexo de Portnoy de Philip Roth'/><author><name>Rodolfo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05014001918362485299</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images.orkut.com/orkut/albums/ATgAAABjBRIwtdBTk-hMjuJQvtoH2_Y3GS7X3JaM3uXhbnkGOMBnzbsm5QRrR_FDIs1Sn7zhpMR7w29Z_UVkFYx4NqTXAJtU9VCJHj1p5vQv8Kbf6-ME9DherIDQ7Q.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3807766506500754007.post-6885500697617413566</id><published>2008-01-27T12:19:00.000-08:00</published><updated>2008-01-27T12:24:46.794-08:00</updated><title type='text'>Ao Paulinho</title><content type='html'>Cuidado ao digitar aqui, Unzer.&lt;br /&gt;Cada letra será lida com calma e paciência, saiba que haverá amparo para cada frase.&lt;br /&gt;Não tema, mas cuide das palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esteja de braços abertos, porque seus colegas aqui têm apreço (talvez até em demasia) pelas letrinhas que apertam no teclado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3807766506500754007-6885500697617413566?l=impressoes-literarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/feeds/6885500697617413566/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3807766506500754007&amp;postID=6885500697617413566' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/6885500697617413566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/6885500697617413566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/2008/01/ao-paulinho.html' title='Ao Paulinho'/><author><name>Pedrinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01127357679773888907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_RiN-3n8T9f8/R5CVL6GF9HI/AAAAAAAAABY/qS5m0MK_qx8/S220/maozinhabaixa.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3807766506500754007.post-5842506093317223791</id><published>2008-01-23T18:24:00.000-08:00</published><updated>2008-02-04T18:45:06.228-08:00</updated><title type='text'>Minhas impressões sobre o conto.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://floresderetorica.files.wordpress.com/2007/06/cortazar6.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px;" src="http://floresderetorica.files.wordpress.com/2007/06/cortazar6.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;*&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conto, como forma narrativa, envolve alguns elementos estilísticos e formais que, em uma primeira leitura, podem parecer muito intrincados e peculiares, de forma que a sua leitura e decifração exigem um compromentimento visceral do leitor com o texto. Um conto pode ser lido de muitas formas, suas significações mudam de acordo com os ânimos e o temperamento, suas cores e texturas se dispersam e se coagulam cada vez que nos debruçamos sobre ele. Isso acontece sempre que estamos prontos a perceber os sentidos ocultos que até então nos eram totalmente misteriosos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, qualquer forma de leitura desinteressada se torna um desastre para o entendimento do conto. A primeira leitura é sempre insuficiente. São necessárias sucessivas releituras, que devem revelar camadas sobrepostas de entendimento e reconhecimento que nos permitam penetrar no enigma daquele conto. E quando isso acontece, temos a sensação de o ter lido muitas vezes como se fosse a primeira. Esse é o grande barato de ler contos. Sua capacidade mutante, instável, que vacila e que não fixa por si só o sentido da ficcionalidade ali posta. O conto, como forma de narrativa, nada mais é do que uma linguagem, e ser alfabetizado não é o bastante para dominá-la em suas diversas formas, em seus múltiplos dialetos. Como o Pedro bem me disse uma vez, toda forma de arte é uma linguagem que deve ser dominada e aprendida, no intuito de revelar os sentidos escondidos de uma realidade essenciamente sem sentido, transbordante. Talvez, me arrisco a dizer (ou foi o Pedro?), esse contato com a realidade, essa re-ligação primordial, sua compreensão e comunicação (ação de tornar comum), seja o fim último da arte - da boa arte, pelo menos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem alguns excelentes. Uma casa que é tomada por elementos insondáveis (&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Casa Tomada, Julio Cortázar&lt;/span&gt;), um objeto esférico que concentra todo o universo (&lt;span style="font-style:italic;"&gt;O Aleph, Jorge Luis Borges&lt;/span&gt;), o amor que paralisa um pintor como uma morte dilacerante (&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Os Amigos, Juan Carlos Onetti&lt;/span&gt;). Neles, o absurdo e o fantástico, o impossível, as fissuras da realidade que revelam a constante e ameaçadora falta de sentido, sempre pronta a atacar e destruir, a contrapelo, o cotidiano trivial e ordinário. Contos que se abatem sobre nós com uma força avassaladora e que tentam descortinar todo um universo de coisas que não sabemos, que nem conseguimos imaginar. Ao meu ver, essa deve ser a função de um conto, essa me parece sua principal proposição em termos de conteúdo, independetente de suas variações formais. Mais do que isso, essa deve ser a função da literatura. Sem mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Julio Cortázar tocando trompete&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3807766506500754007-5842506093317223791?l=impressoes-literarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/feeds/5842506093317223791/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3807766506500754007&amp;postID=5842506093317223791' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/5842506093317223791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/5842506093317223791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/2008/01/minhas-impresses-sobre-o-conto.html' title='Minhas impressões sobre o conto.'/><author><name>Rodolfo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05014001918362485299</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images.orkut.com/orkut/albums/ATgAAABjBRIwtdBTk-hMjuJQvtoH2_Y3GS7X3JaM3uXhbnkGOMBnzbsm5QRrR_FDIs1Sn7zhpMR7w29Z_UVkFYx4NqTXAJtU9VCJHj1p5vQv8Kbf6-ME9DherIDQ7Q.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3807766506500754007.post-7996264263047441025</id><published>2008-01-23T17:31:00.000-08:00</published><updated>2008-01-23T17:43:32.647-08:00</updated><title type='text'>Piglia e o meu desespero</title><content type='html'>Ricardo Piglia me foi apresentado pelo colega de blogue Rodolfo.Piglia é argentino, escritor, professor da Universidade de Princeton (E.U.A.) e estudioso da literatura argentina."Formas Breves" - excelente apanhado de alguns de seus ensaios, diários, palestras e artigos - é uma obra de referência na crítica literária argentina. Acreditem, é uma quantidade de informação difícil de digerir assim, de cara. E terrivelmente assustador conhecer nas primeiras vinte ou trinta páginas nomes que são a excelência da literatura argentina contemporânea e que você nunca ouvi falar. Claro, um ou outro nome você conhece, já leu alguns portenhos ilustres, Borges, Cortázar. Outros você conhece de nome, Macedonio Fernández, , Lugones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a análise de Piglia é minuciosa e passeia de Joyce a Eurípedes, de Poe a Cervantes, de Freud a Roberto Arlt.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me desespera, sobretudo, a ignorância que tenho em relação aos autores latino-americanos, os vizinhos aqui ao lado. E que eles provavelmente devem ter acerca dos brasileiros, já que quase nunca me é apresentado um novo autor nacional, imagine aos hermanos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma postagem só pra lembrar que nossa literatura está nas estantes mais escondidinhas, que não conhecemos os escritores que falam o mesmo idioma que nós. São incríveis Guimarães Rosa, Machado de Assis, Clarice Linspector, mas há tempos não encontro as referências da nova literatura brasileira (que dirá da latino-americana).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preciso ler mais a coluna "livros" da Ilustrada ou do Caderno 2?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duvido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3807766506500754007-7996264263047441025?l=impressoes-literarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/feeds/7996264263047441025/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3807766506500754007&amp;postID=7996264263047441025' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/7996264263047441025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/7996264263047441025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/2008/01/piglia-e-o-meu-desespero.html' title='Piglia e o meu desespero'/><author><name>Pedrinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01127357679773888907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_RiN-3n8T9f8/R5CVL6GF9HI/AAAAAAAAABY/qS5m0MK_qx8/S220/maozinhabaixa.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3807766506500754007.post-6219541994608852643</id><published>2008-01-16T18:47:00.001-08:00</published><updated>2008-01-16T18:49:33.226-08:00</updated><title type='text'>Prólogo</title><content type='html'>"Desocupado leitor, acredite que eu gostaria que este blog, como filho do entendimento, fosse o mais bonito que se pudesse imaginar. Mas não me é possível ir contra a ordem da natureza; que nela cada coisa gera seus próprios semelhantes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paráfrase, tradução ignorante e simplificação grosseira de trecho do prólogo de Miguel de Cervantes para “El ingenioso hidalgo Don Quijote de La Mancha”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3807766506500754007-6219541994608852643?l=impressoes-literarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/feeds/6219541994608852643/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3807766506500754007&amp;postID=6219541994608852643' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/6219541994608852643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/6219541994608852643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/2008/01/prlogo.html' title='Prólogo'/><author><name>Pedrinho</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01127357679773888907</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp2.blogger.com/_RiN-3n8T9f8/R5CVL6GF9HI/AAAAAAAAABY/qS5m0MK_qx8/S220/maozinhabaixa.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3807766506500754007.post-2156983125752576230</id><published>2008-01-16T17:51:00.000-08:00</published><updated>2008-01-16T18:13:38.440-08:00</updated><title type='text'>Para começar...</title><content type='html'>Um bom livro, literatura de preferência. Em seguida, o silêncio das madrugadas insones, ou o silêncio contínuo dos burburinhos das ruas, esse ruído constante do sacolejar dos ônibus, ou das rajadas de vento inesperadas anuciando a chegada do metrô. Depois, um ensimesmamento, uma predisposição à solidão, às transmutações do tempo e dos espaços, das vontades e dos desejos. Mais tarde, as flutuações e os suores. E, enfim: o entendimento. Guardemos esse espaço para nossas impressões, nossos palpites e nossas intuições. O que estou lendo, e o que vocês estão lendo, isso é o que deve interessar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3807766506500754007-2156983125752576230?l=impressoes-literarias.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/feeds/2156983125752576230/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3807766506500754007&amp;postID=2156983125752576230' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/2156983125752576230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3807766506500754007/posts/default/2156983125752576230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressoes-literarias.blogspot.com/2008/01/para-comear.html' title='Para começar...'/><author><name>Rodolfo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05014001918362485299</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://images.orkut.com/orkut/albums/ATgAAABjBRIwtdBTk-hMjuJQvtoH2_Y3GS7X3JaM3uXhbnkGOMBnzbsm5QRrR_FDIs1Sn7zhpMR7w29Z_UVkFYx4NqTXAJtU9VCJHj1p5vQv8Kbf6-ME9DherIDQ7Q.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
